Cozinheiro é condenado à prisão perpétua por canibalismo
Anthony Morley, 36 anos, matou seu amante e cozinhou sua carne. Durante o julgamento, o acusado afirmou que não se lembrava do ocorrido.
Um cozinheiro britânico que havia matado seu amante antes de cozinhar uma parte de sua carne foi condenado nesta segunda-feira (20) em Leeds (norte do país) à prisão perpétua acrescentada de uma pena de 30 anos.
Anthony Morley, de 36 anos, estrangulou Damian Oldfield antes de esfaqueá-lo diversas vezes, para cortá-lo depois em seis peças de carne e cozinhá-las com ervas e azeite de oliva.
"Antes deste caso, achava que o canibalismo acontecia em épocas remotas, nas passagens de Robinson Crusoé", comentou o juiz James Stewart ao anunciar o veredicto de "um dos assassinatos mais sórdidos" no qual ele já trabalhou.
O magistrado lembrou como Anthony Morley havia utilizado suas habilidades de chefe para cortar seu amante e cozinhar sua carne. "Ela não estava a seu gosto, então a jogou no lixo", acrescentou.
Pouco antes do assassinato, os dois homens mantiveram relações sexuais na cama do acusado. Este afirmou que havia matado Damian Oldfield porque tinha pensado que seu amante queria violentá-lo no meio da noite.
Anthony Morley entrou em seguida em um restaurante vizinho, vestido com um roupão sujo de sangue e sandálias, afirmando que tinha acabado de matar alguém que havia tentado estuprá-lo.
Durante seu julgamento, o acusado afirmou que não se lembrava do ocorrido.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir
Eu aconchegaria você mais apertado, e rogaria ao Senhor para que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você, e chamaria de volta, para abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer EU TE AMO ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que estaria ao seu lado partilhando do seu dia, ao invés de pensar: “Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então posso deixar passar esse dia.”
É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, e nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.
É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro :”EU TE AMO”, e certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro:”Posso te ajudar em alguma coisa?”
Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, eu gostaria de disser o quanto eu amo você, espero que nunca esqueçamos disso.
O dia de amanhã não esta prometido para ninguém, jovem ou velho, e hoje pode ser sua ultima chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.
Se você esta esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependera pelo resto de sua vida, de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava “muito ocupado” para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o ultimo desejo que ela queria.
Então abrace seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer:
“Me desculpe”
“Por favor”
“Me perdoe”
“Obrigado”
Ou ainda:
“Não foi nada”
“Está tudo bem”.
Porque se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.
Pois o passado não volta, e o futuro talvez não chega...
O cara está preso na delegacia, todo arrebentado... O advogado comparece para libertá-lo, e pergunta o que havia acontecido. O cliente começa a explicar:
- Bem, eu estava passando na rua e de repente, vi um monte de gente correndo. Estavam socorrendo uma prostituta, que acabava de dar a luz a um lindo menino. Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta. Então, um PM, com 2 metros de altura e 3 de largura, se aproximou e vendo o pacote de fraldas nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi: - Vai pra puta que pariu...
Depois disso não me lembro de mais nada, mas já tô conseguindo abrir um olho.
Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranqüilamente. Liguei baixinho para a polícia informei a situação e o meu endereço. Perguntaram- me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível. Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma: - Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara! Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate , uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo. Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia. No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse: - Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi:
- Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível.
Não digo que os policias não deveriam reclamar... ganham muito pouco pelo trabalho que eles realizam, mas greve? Bom, cada um tem seu jeito de reinvidicar.
Mas invasão? Guerra entre policiais? Não são eles os respeitadores da lei? Como conviver com esse tipo de pessoas para nos proteger e defender-nos?
Pense você nisso e tire suas próprias conclusões: Policiais que confrontam outros policiais para defender seus próprios direitos, sem lembrar dos outros.